quarta-feira, 9 de março de 2011

Quaresma

Todos sabem o real significado da Quaresma? Na verdade o REAL significado acho que ninguém realmente sabe, então vamos filosofar um pouco sobre o assunto e quem sabe a gente não chega à alguma conclusão.

Na minha humilde opinião o que foi passado pra nós sobre a quaresma não chega nem a 10% do que ela realmente é. Dizem que é um período que as pessoas se preparam para a páscoa e é um período reservado para a reflexão, a conversão espiritual.

O tempo da quaresma é de quarenta dias, porém em dias corridos somam quarenta e sete pois, de acordo com o cristianismo, o domingo, que já é dedicado como o dia do Senhor, durante a quaresma não é contado. Após esse período, se inicia o Tríduo Pascal, que termina no Domingo de Páscoa. Quaresma remete, ainda, ao periodo de 40 dias que Jesus passou no deserto em oração.”

Ok. É um tempo que dizem que as pessoas tem que orar e vigiar, é um tempo de luto e penitência cuja cor litúrgica é roxa. Inclusive antigamente as igrejas cobriam todos os santos com um pano roxo (algumas ainda fazem isso). Isso tudo do ponto de vista da igreja católica. Mas o que me deixa intrigado é: Por que nós temos que fazer isso?

Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.”

Do ponto de vista católico, não fica muito claro o porque das coisas. Então resolvi pesquisar sobre a quaresma em outras crenças. Acabei caindo na umbanda. Já frequentei centro de umbanda e gosto bastante do trabalho deles. Encontrei uma breve explicação sobre o que acontece nesse período e isso me convenceu, eu realmente acredito nisso.

A umbanda trabalha com energias que se consomem ou se dissipam no mundo. A quaresma, nada mais é do que 40 dias de penitencia, criado pelos católicos para reverenciar o jejum de cristo no deserto antes de sua crucificação, era o momento em que enfermos ou leprosos eram totalmente isolados. Desta forma com o passar dos anos, a quaresma passou a agregar uma gama de energias diversas dos outros dias, já que milhares de pessoas estão se penitenciando ao mesmo tempo, o que significa dizer que o pensamento dos penitentes atrai para o universo um turbilhão de energias diversas do comum.

Desta forma os aparelhos de umbanda (ou seja, os médiuns) precisam de cautela para transitar por tais energias, com as quais não estão habituados, sendo necessário uma maior cautela neste perído. A imagem que tenho da quaresma, é que por força do pensamento coletivo humano os mundos espiritual e carnal se fundem neste período, ou seja há uma abertura do umbral, e um acesso transitório dos espíritos negativos sob a terra, na tentativa da salvação ou da tentação aos penitentes. Por isso é tão importante termos mais cautela e proteção neste período para não nos tornarmos alvo fácíl para negatividade alheia.”

Ou seja, essa “união” entre os mundos espiritual e carnal só acontece porque ambos estão na mesma sintonia, e se nós estamos na mesma sintonia do plano espiritual, as portas para os espirítos “zombeteiros estão abertas. Tudo isso por causa dessa enorme energia que nós criamos.

Agora nós entramos em um outro assunto: Ciência Noética. Podemos falar sobre quaresma sem nos prendermos à nenhuma religião. Nada melhor do que a ciência para nos provar algo, não é mesmo?

A noética (do grego nous: mente) é uma disciplina que estuda os fenômenos subjetivos da consciência, da mente, do espírito e da vida a partir do ponto de vista da ciência. Como conceito filosófico, em linhas gerais define a dimensão espiritual do homem.

Ou seja, tudo que acontece com a gente nada mais é do que consequência dos nossos atos. Nós atraimos as coias (boas ou ruins) de acordo com nossos pensamentos. Por isso a quaresma se torna um período perigoso, pois quanto mais pessoas estiverem na mesma sintonia, maior é a força desses pensamentos e consequentemente a probabilidade de atrair coisas ruins aumentam.

Não vou entrar em detalhes sobre ciência noética, pois não é o objetivo desse post, mas é algo muito interessante. Cliquem aqui para ler mais sobre o assunto.

Então após ler essa ótima explicação da umbanda sobre quaresma + a ciência noética podemos concluir que é realmente um período que precisamos ficar mais atentos aos nossos atos e principalmente, aos nossos pensamentos. Talvez ainda existam alguns mistérios sobre a quaresma, mas com esse post eu consegui concluir algo que antes não passava pela minha cabeça, e que faz muito sentido.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Infografia

Depois de meses sem postar no blog, aqui estou eu novamente com um assunto um pouco diferente. Antes de mais nada Feliz 2011 à todos que passam por aqui.

Hoje vou falar de Infografia, alguém já ouviu falar?
De forma bem resumida, infografia é uma representação visual de informação, ou seja, através de uma figura você consegue entender todo o conceito de um determinado assunto. Sabe quando você não está entendendo algo e a pessoa diz: quer que eu desenhe? Então, isso é uma infografia.

Ela está em todos os lugares e é super importante pro nosso dia a dia, mas nós nem nos damos conta disso. Exemplos de infografia: Mapas, gráficos, diagramas, etc.

O mais interessante é que ela se originou na pré-história, muito antes da escrita, quando o homem, para registrar os acontecimentos da época fazia desenhos nas paredes. Hoje em dia a infografia tem se tornado cada vez mais importante, pois ela está ligada à várias profissões, como jornalismo, informática, arquitetura, biologia e muitas outras.


Vejam exemplos interessantes de infografia:

Estudo de Embriões de Leonardo da Vinci (1510-1513)



Leonardo Da Vinci tentou entender os fenômenos, descrevendo-os em detalhe extremo, não enfatizando experiências ou explicações teóricas. Ao longo de sua vida, planejou uma enciclopédia baseada em desenhos detalhados de tudo. Como não dominava o latim e a matemática, o Leonardo da Vinci cientista era ignorado pelos estudiosos contemporâneos. Realizou autópsias e elaborou desenhos anatômicos extremamente detalhados, tendo planejado um trabalho, inclusive sobre o corpo humano, de anatomia1510 e 1513, estudou fetos, de que resultaram obras que podem ser consideradas como infografias de grande complexidade.

Mapa do Transporte Metropolitano - São Paulo


Evolução da Moda


E não para por aí. A técnologia evolui cada vez mais, e com ela o design evolui junto. Desde os simples desenhos da era pré-histórica, passando pelos gráficos e diagramas, chegamos finalmente nas infografias mais modernas, onde podemos interagir com as imagens que nos passam informações. Como? Utilizando a ferramenta Flash. A idéia é a mesma, porém passando as informações de forma mais dinâmica, o que facilita muito o entendimento do usuário, vejam o exemplo abaixo:



Resumindo a infografia é algo interessante e divertido que está aí para facilitar nossa vida. Vamos todos aderir à essa forma de comunicação e sair por aí ilustrando nossas idéias hahaha.

domingo, 24 de outubro de 2010

Liberdade


Hoje resolvi falar sobre Liberdade
Estava lendo um poema da Cecília Meireles, gostei e resolvi postar aqui:

“Deve existir nos homens um sentimento profundo que corresponde a essa palavra liberdade, pois sobre ela se têm escrito poemas e hinos, a ela se têm levantado estátuas e monumentos, por ela se tem até morrido com alegria e felicidade.
Diz-se que o homem nasceu livre, que a liberdade de cada um acaba onde começa a liberdade de outrem; que onde não há liberdade não há pátria; que a morte é preferível à falta de liberdade; que renunciar à liberdade é renunciar à própria condição humana; que a liberdade é o maior bem do mundo; que a liberdade é o oposto à fatalidade e à escravidão; nossos bisavós gritavam “Liberdade, Igualdade e Fraternidade!”; nossos avós cantaram: “Ou ficar a pátria livre/ ou morrer pelo Brasil!”; nossos pais pediam: “Liberdade! Liberdade!/ abre as asas sobre nós”; e nós recordamos todos os dias que “o sol da liberdade em raios fúlgidos/ brilhou no céu da pátria...” – em certo instante;
Somos pois criaturas nutridas de liberdade há muito tempo, com disposições de cantá-la, amá-la, combater e certamente morrer por ela.
Ser livre – como diria o famoso conselheiro... – é não ser escravo; é agir segundo a nossa cabeça e o nosso coração, mesmo tendo de partis esse coração e essa cabeça para encontrar um caminho... Enfim, ser livre é ser responsável, é repudiar a condição de autômato e de teleguiado – é proclamar o triunfo luminoso do espírito. (Suponho que seja isso.)
Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida. É não estar acorrentado. É não viver obrigatóriamente entre quatro paredes.
Por isso, os meninos atiram pedras e soltam papagaios. A pedra inocentemente vai até onde o sonho das crianças deseja ir. (Às vezes, é certo, quebra alguma coisa, no seu percurso...)
Os papagaios vão pelos ares até onde os meninos de outrora (muito de outrora!...) não acreditavam que se pudesse chegar tão simplesmente, com um fio de linha e um pouco de vento!...
Acontece, porém, que um menino, para empinar um papagaio, esqueceu-se da fatalidade dos fios elétricos e perdeu a vida.
E os loucos que sonharam sair de seus pavilhões, usando a fórmula do incêncio para chearem à liberdade, morreram queimados, com o mapa da liberdade nas mãos!...
São essas coisas tristes que contornam sombriamente aquele sentimento luminoso da liberdade. Para alcançá-la estamos todos os dias expostos à morte. E os tímidos preferem ficar onde estão, preferem mesmo prender melhor suas correntes e não pensar em assunto tão ingrato.
Mas os sonhadores vão para a frente, soltando seus papagaios, morrendo nos seus incêndios, como as crianças e os loucos. E cantando aqueles hinos que falam de asas, de raios fúlgidos – linguagem de seus antepassados, estranha linguagem humana, nestes andaimes dos contrutores de Babel...”

Achei esse poema muito interessante, o que eu entendo dele é que todos nós podemos ser livres e que essa escolha depende somente da gente. Ser livre não é não seguir regras ou não ter uma rotina, mas sim ser você mesmo e não ter medo de arriscar, não ter medo de se aventurar pela vida, não ter medo de errar. A partir do momento que a gente se acomoda em qualquer situação ou temos medos de seguir em frente, nós abrimos mão da nossa liberdade, pois para sermos livres temos que arcar com as conseqüências dos nossos atos também, e tudo isso apenas nos fortalece e torna nossa liberdade cada vez maior. Por isso nunca é tarde demais pra gente mudar e arriscar novos caminhos em nossas vidas, e se errarmos, é só começar de novo. Não podemos consertar os erros cometidos, mas podemos não cometer os mesmos erros de novo.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ser DJ é ...



Bom, não sou DJ, nunca toquei em lugar nenhum e não tenho conhecimento dos aparelhos, porém li um texto hoje sobre isso e achei MUITO interessante, resolvi postar o texto todo no blog e deixar um comentário final, minha opinião sobre o assunto e minhas idéias.

O texto é um pouco grande, se tiverem paciência, sugiro que leiam, pois é muito bom.

“Ser DJ é um dom. Ninguém vira DJ de uma hora para outra simplesmente fazendo um curso.

Ser DJ é muito mais que isso. É responsabilidade musical, técnicas, conhecimento de som, estar antenado SEMPRE com o mundo musical e muita vontade de divertir... Os outros! rs

Lógico que o DJ se diverte (se souber fazer se diverte tanto quanto o público) mas a preocupação é com os outros.

Mas isso é um detalhe no início. Logo você percebe as suas responsabilidades.

O importante é saber se você quer ser DJ realmente ou apenas se interessa em colocar músicas no churrasco do quintal do amigo do seu primo, rsrs.

Um candidato a DJ consegue analisar a música, sentir a música e seus arranjos. Se emocionar, literalmente, quando uma batida, um vocal ou um arranjo tocar nos seus ouvidos.

É como se só você estivesse naquela dimensão. Você tenta explicar para seu amigo na balada o que a música te diz mas ele só se preocupa em dançá-la.

Músicas te lembram momentos, fazem você viajar em outros momentos... Você consegue analisar sentimento na batida. Consegue visualizar as feições da música. Você se sente um verdadeiro idiota porque só você vê isso na música

Vai para a balada e a primeira coisa que ouve é a virada mixada do Dj ou fica tentando descobrir qual será a próxima música ou ainda na virada descobre rápido qual está entrando. Faz questão d ever o DJ tocando enquanto seus amigos já estão na pista dançando.

E se emociona simplesmente quando o DJ pega o headphone, coloca o cd no CDJ ou o disco na MK2 e faz os movimentos de acerto do Pitch. Vai ao delírio em um scratch e aprecia cada mixagem bem feita, analisando não só a técnica, mas principalmente o sentido que aquele som te tocou.

Aí você olha para a piista de dança e se imagina não nela e sim naquela cabine de som.

Essa é a dimensão do DJ... Entenderam?

Então... Aí você já sabe que adora isso e que quer aprender a tocar. Daí vem a parte mais difícil, rsrsrs.

Se você não possuir um amigo que tenha a aparelhagem e possa te dar uma força nas primeiras técnicas aí complica.

É um aprendizado que requer, pelo menos no início, uma preocupação intensa e praticar bastante. Igual a aprender a dirigir. Nunca se esquece depois que aprende.

É um hobby caro. As aparelhagens hoje em dia não são baratas porque a tecnologia cresce a cada dia.

Vamos, por enquanto, chamar de hobby porque você está apenas começando ok?

Para começar eu sempre sugiro um curso para iniciantes. Procure cursos ministrados por DJs profissionais e veja o local do curso se possui uma aparelhagem coerente e uma estrutura de atendimento bacana. Tem muitos aproveitadores por aí...

Eu tive quem me ensinasse... Um DJ amigo me ensinou a fazer as mixagens, saber contar os compassos... Acertar o pitch.

Isso foi no início de 1991. Comecei a tocar em 1990 mas apenas fazia a troca das músicas. Apesar de fazer os cortes bacanas, não dá para ficar só nisso!

Depois que aprendi a mixar fui fazer o curso. Mas sugiro o contrário.

Lá no curso você vai aprender a contar os compassos, conhecer as viradas das músicas, pontos básicos de mixagens e logicamente aprender a operar os CDJs com seus recursos.

Se for um curso muito bom você vai aprender a tocar nas MK2 ou mais recentes, que são os toca-discos profissionais. Vai aprender lances de equalização, que são muitos importantes. Muitos DJs não possuem essa técnica e como hoje a internet corrompe a qualidade dos arquivos, infelizmente a próxima música que vai entrar não terá a mesma qualidade da que estava tocando. Daí o som fica distorcendo e o DJ não sabe nem por onde começar e muitos, acreditem, nem sentem essa distorção.

Música mecânica nem sempre tem operador de som como os PAs de música ao vivo... Logo é muito interessante aprender pelo menos o básico em equalização sonora e até mesmo instalação dos equipamentos.

Do que tem de DJ que fica apavorado ao perceber que o som não está saindo... Muita svezes é apenas uma conexão com mal contato e coloca tudo a perder.

Detalhes à parte... No curso você vai aprender a tocar. Porém é necessário praticar nesse início porque nessa prática você vai adquirindo sua personalidade musical, vai ganhando confiança nos acertos e o melhor: Vai saber realmente que estilo musical mais aprecia para tocar!

Mas o DJ não é apenas técnica nos equipamentos. É muito mais que isso.

É uma dedicação em conhecer os estilos musicais, ficar antenado no que está tocando, experimentar novos estilos e principalmente conhecer a música em si. Ao conhecer a música em si você sabe perfeitamente quais as melhores partes para a mixagem sair perfeita.

Também não adianta saber o que está tocando nas rádios ou nas boates e ter as músicas na case se não consegue tocá-las adequadamente e na hora certa. Misturar ritmos ou se perder na pista é reflexo disso.

Mas o grande mal é ficar preso às músicas que possui. Comprar ou baixar as músicas e dizer que as tem para tocar é muito fácil porém te rotula apenas como ponte, um caminho entre a música e o ouvinte.

Experimenta inovar. Use seu senso crítico para saber reconhecer músicas que podem agitar aquela pista mas que só você a conhece. Tente fazer um sucesso e não simplesmente usar o sucesso dos outros.

Inovar na pista é renovar seu profissionalismo. Só usar sucessos dos outros é ser apenas um espelho de imagem distorcida.

Para isso você precisa conhecer as músicas conforme eu já falei... Garimpar músicas em discos ou na internet. Faça dos seus ouvidos um laboratório e da sua intuição um trampolim para ser diferente.

A inovação na pista de dança te oferece um diferencial. É absurdamente chato aquele DJ básico que toca sempre as mesmas músicas nos sets específicos e sempre os mesmos sets. Preguiça para inovar é fatal na vida de um DJ.

Mas essa preguiça e suas consequências são as referências para se saber quem é bom ou quem é apenas um "trocador de músicas".

Já foi época que festas terminavam o rock anos 60... La Bamba e Jive Bunny.Twist and Shout no máximo. E no set de anos 70 tem apenas as básicas YMCA, Macho man, I will survive e Let´s groove. Celebration no máximo.

É muito mais que isso.

Treino. Muito treino e dedicação. Demora um pouco mas se consegue.

A partir do momento que você amadurece esse lado prático vai parcebendo que o aprendizado é intenso. A cada música ou a cada estilo você aprende algo como batidas, arranjos, pontos de mixagem, características específicas do estilo como BPM (batidas por minuto).

Quando tudo parece ótimo você começa a perceber os diiferentes estilos dos remixes de DJs famosos como Benny Benassi, DJ Tiesto... E vai absorvendo o que mais te interessa e agrada.

Isso se chama Personalidade Musical. O DJ quando consegue chegar a esse ponto já pode sonhar com o sucesso.

Um exemplo disso está em um dos mais famosos DJs brasileiros. Marcelo Mansur, o Memê.

Quando se ouve um remix dele é possível sentir os arranjos, a forma como ele faz que é peculiar a todos os remixes. A pessoa, quando bem informada, é capaz de dizer que aquele remix foi feito por ele sem saber o autor.

É por essas e outras que o DJ deixou de ser marginalizado como um vagabundo que toca em festas e trabalha na noite. Ao longo dos anos os DJs foram valorizados pela técnica e principalmente pela personalidade musical.

Hoje somos capazes de levantar uma festa falida. Fazemos eventos virarem grandes sucessos. Conseguimos montar nosso público cativo nas boates e assim valorizá-las como point de sucesso.

Não é só isso... DJs são responsáveis por análises musicais diversas, remixes de músicas para gravadoras, gravam discos com suas próprias produções, trilhas sonoras de desfiles ou promoção de produtos na mídia e até trilhas sonoras de filmes.

Participam ativamente de shows diversos. Muitos artistas já se renderam ao som do DJ e ao visual proporcionado. Se liga... CDjs, MK2, scratches, performances iradas, movimentos técnicos... Impressiona né não?

E no auge de sucesso, são capazes de levar multidões aos seus shows individuais.

Adrenalina pura!!!

Por isso que costumo dizer: DJ se diverte. Divertindo as pessoas”

Esse texto expressa muito o que eu gostaria de fazer se eu fosse um DJ. Talvez ele vá um pouco além dos meus objetivos e sonhos, pois eu curto mais o tipo de festa que toca a música como ela é, mas mesmo assim, não é só tocar Lady Gaga, só porque ela está no auge e com certeza a música fará sucesso na pista. O legal é levar coisas novas ao publico, aquela música MUITO BOA que só você conhece, mas que com certeza arrasaria na pista se todo mundo já conhecesse. O medo de tocar algo que não agrade o público é enorme, mas é um risco que TODOS deveriam correr, pois grandes descobertas surgem dessa forma. A pessoa está lá curtindo a balada, meio cansada de ouvir sempre as mesmas músicas, e de repente surge algo completamente diferente, mas MUITO BOM. É isso que falta em muitas baladas. Eu por exemplo odeio baladas que tocam sempre a mesma coisa, e tem algumas que além de tocar sempre as mesmas músicas, tocam na mesma ordem. É horrível, a balada se torna chata e você perde a vontade de ir lá de novo, pois já sabe tudo que vai tocar. Gosto de novidades, e o que eu mais gostei nesse texto todo é a parte que fala dos sentimentos, o significado que cada música tem para as pessoas. Eu particularmente AMO música, todos os tipos e cada uma realmente tem um significado, e quando ouço alguma dessas músicas numa balada eu aproveito cada segundo dela. Música é simplesmente meu oxigênio.

Bom, vou encerrar o post aqui, pois já está grande demais, acho que ninguém terá paciência de ler tudo hahaha.

O texto eu tirei desse site.

domingo, 12 de setembro de 2010

A MORTE

Hoje resolvi falar um pouco sobre "morte" pois aconteceu uma tragédia. Esse FDS minhas vizinhas morreram atropeladas (mãe e filha), e foi um dos enterros mais tristes que eu já fui. (Notícia da morte no G1)

Mas aí eu paro pra pensar. Eu acredito em vida após a morte, e isso faz com que eu aceite melhor. Não que eu não sofra, muito pelo contrário, quando alguém próximo morre eu fico muito mal. Não é um desespero pelo fato de eu saber que não verei mais a pessoa enquanto estiver nesse mundo, mas sim saudade e tristeza de saber que durante algum tempo terei apenas lembranças.

A morte é a única certeza que temos nessa vida, mas é muito mais fácil lidar com isso quando vamos nos preparando aos poucos. Por exemplo, quando alguém está doente e a doença piora cada vez mais, nós sabemos que a morte está se aproximando e automaticamente nos preparamos pra isso. Isso faz com que a gente reflita sobre muitas coisas inclusive. Mas quando alguém morre de repente a gente fica meio perdido, sem chão e, acredito que demore um bom tempo até a ficha cair. Eu perdi meu pai há 11 anos atrás, ele teve câncer no cérebro e o médico deu um ano de vida. Ele teve exatamente um ano de vida, e a família toda foi se preparando pra esse momento conforme as coisas foram piorando. Foi triste e complicado, mas todos nós estávamos preparados. Agora o que aconteceu com minha vizinha pegou a família toda dela de surpresa. Num dia a pessoa está bem, cheia de vida e no outro morta, é muito estranho.

Fico pensando no menino que perdeu a mãe e a irmã de uma vez, sem ter tempo de se despedir. Fico pensando também na mãe/vó, que enterrou a filha e a neta de uma vez só, acho que é uma dor incurável.

Todos nós vamos morrer um dia, mas quando foge do processo natural (que seria morrer primeiro os mais velhos) é muito difícil lidar com isso.

Esse post na verdade não tem objetivo nenhum, é apenas um desabafo. Esse enterro mexeu bastante comigo, então resolvi dedicar um post aqui no blog para isso. Mais pra frente falarei mais sobre o tema "morte" aqui.

sábado, 28 de agosto de 2010

Crocs: Usar ou não usar?

Hoje vai ser um post diferente. Vou entrar um pouco no mundo da moda, mas só um pouquinho, porque não posso dizer que manjo muito hahaha. Mas a gente sempre tenta usar a melhor combinação de roupa na hora de sair de casa. Só que nem sempre a melhor combinação ou a roupa mais bonita que você tem é a mais confortável.

Comecei a pensar nisso por causa do calor infernal que tem feito ultimamente, sendo que ainda estamos no inverno, isso sem falar do tempo seco. Como nós trabalhamos e nem todos podem ir trabalhar de bermuda e chinelo, fica difícil escolher a melhor roupa e principalmente o melhor sapato/tênis. Imagina só você dentro de um ônibus (lotado ou não), aquele sol de 40º e seus pés cozinhando dentro do tênis (darei um foco aos pés, pois eu sofro muito mais com eles no calor)

Comecei a pensar seriamente nisso essa semana, que meus pés cozinharam de verdade no tênis por causa do calor e eu imaginei que poderia ser diferente se eu tivesse um Crocs aiuhaiuhaa. Sempre achei os crocs MUITO feio (e continuo achando) mas será que vale a pena continuar usando tênis que cozinham os pés, só porque eles são bonitos?

Hoje em dia tudo é liberado na moda, as pessoas usam o que querem sem se preocupar se é bonito ou se combina. Claro, isso não é desculpa pra sair por aí que nem um palhaço, eu me preocupo muito com isso. Não gosto de usar cores que não combinam, então resolvi pesquisar mais sobre crocs e conclui que é possível sim fazer uma combinação boa com eles. Não estou dizendo que eles podem substituir sapatos e tênis, mas num dia muito quente eles caem bem sim, selecionei algumas fotos que encontrei na internet onde os crocs não ficaram tão bizarros com as roupas.




Essas 2 últimas ficariam melhor com havaianas, mas mesmo assim, não achei tão ruim com crocs



E um exemplo com calça jeans pra finalizar. Não achei TÃO ruim esse jeans com crocs azuis, mas com crocs preto com certeza ficaria melhor.

Agora fica a dúvida: usar ou não usar crocs? Eu particularmente prefiro usar crocs do que aquelas calças colocridas #RestartFeelings HORROROSAS hahahaha

domingo, 22 de agosto de 2010

A Cabana


E mais uma vez vou falar de livros, pois ler é uma das coisas que mais gosto de fazer. Assim como 80% da população, eu também li o livro "A Cabana". Eu sempre via todo mundo lendo no ônibus, mas nunca tive interesse, até que um dia troquei o livro "Opúsculo" por ele. Pra mim a troca foi ótima, pois "A Cabana" é um livro realmente bom.

Resumão da história: Um cara perde sua filha e fica revoltado com Deus, até que um dia ele recebe um bilhete (aparentemente escrito por Deus) marcando um encontro na cabana.

O livro fala bastante de Deus, porém não fala de religião e isso foi o que eu mais gostei no livro. O cara realmente se encontra com Deus, e o tempo que ele passa com Deus nessa cabana é fantástico. É um livro que ajuda a fortalecer nossa fé e também nos abre os olhos em relação às nossas crenças, nos faz perceber como somos pequenos e como somos egoístas.

Sinopse:

A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, "A Cabana" invoca a pergunta: "Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?" As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.