Hoje resolvi postar um poema que escrevi em 2005. 5 anos atrás mas eu gosto dele. São rimas simples mas que expressam minha forma de pensar sobre algumas coisas da vida. No geral ele é uma crítica sobre a forma como a sociedade vive e no que ela acredita.
Resolvi compartilhar depois de muitos anos. Algumas pessoas já leram na época que escrevi, mas nem lembro exatamente pra quem eu mostrei. Tenho vários outros escritos aqui, irei postando alguns com o tempo. Encerro esse post com o poema, espero que gostem. =)
OLHOS VENDADOS (Daniel Pellegrino)
Lendas irreais
Falsos pensamentos
Ignorância entre nós
Perda de momentos
Tempo passando
Água correndo
Mundo girando
Pessoas perdendo
Luta pelos ideais
Obstáculos no caminho
Seres humanos iguais
Seres humanos sozinhos
Amores vividos
Amigos perdidos
Medo surgindo
Erros cometidos
Verdade oculta
Teatro exibido
Olhos vendados
Prometido não cumprido
Seus olhos estão vendados
Sua vida está moldada
Seus ideais estão parados
Sua verdade está enterrada
Felicidade falsa
Justiça incorreta
Personagens criados
Crenças incertas
Poder no topo
Submissos do dinheiro
Iludido com o irreal
Cegos para o mundo inteiro
O ponteiro está rodando
Sua vida está acabando
Sua mente está assombrada
O mundo está girando
Seu fim está chegando
Não lhe resta mais nada
Você foi manipulado
Seus dias foram contados
A verdade continua oculta
Pois seus olhos estão vendados.
domingo, 27 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Diálogo das Rosas
Hoje o post vai ser um pouco diferente do que tenho colocado no blog. Na verdade ando meio sem idéias do que postar, então resolvi postar um poema que eu li faz muito tempo, mas que achei muito legal e acabei nunca esquecendo.
Em 1997 o autor José Gilberto Gaspar foi divulgar o livro dele no meu colégio e eu acabei comprando. O livro só tem poemas, e na época que ele foi no colégio ele ficou no palco do anfiteatro contando alguns. Lembro que ele contou esse e todos gostaram.
É um poema simples mas sempre achei muito bonito.
Diálogo das Rosas
Entrando em uma sala
De uma bonita mansão,
Deparei-me, de repente,
Com uma discussão.
Duas rosas discutiam
Em tons de voz diferentes:
Uma, de voz meiga e dócil;
Outra, em tom estridente.
A de voz meiga era branca,
Vinda de um lindo jardim,
A outra, artificial,
Tinha a cor do carmim.
A vermelha dizia:
"- Eu sou viva eternamente;
Enquanto tu, minha amiga,
Podes morrer de repente,
Tenho até pena de ti ...
Já estás envelhecida.
Pela tua palidez,
Tens poucas horas de vida.
E eu continuarei aqui,
Formosa como estás vendo,
Enfeitando este salão.
Tu não vês que
Estás morrendo?".
A natural respondeu,
Com voz trêmula e triste:
"- Tu és cópia minha.
É por mim que tu existes ...
Estou morrendo ... é verdade,
Nisso a vida se resume,
Mas morro e deixo a saudade
No olor do meu perfume
Quantas vezes, no jardim,
No recanto onde nasci,
Fui beijada com amor
Pelo belo colibri ...
Por abelhas visitada,
Minha seiva eu cedi
Para o saboroso mel.
Ao Homem também servi ...
E tu já foste beijada?
Estás na jarra esquecida ...
Estou morrendo é verdade
Tu nunca tiveste vida,
Não tenho inveja portanto,
Dos longos dias teus,
Foste feita pelo Homem
E eu, pelas mãos de Deus!".
Não são rimas complexas, mas passa uma mensagem muito bonita.Eu inclusive gravaria como música se eu fosse um cantor hauhauhaua.
Esse poema está presente no livro "Nos Braços do Sol". Procurei no google e vi que tem um à venda no Mercado Livre.
Uma foto do livro que peguei no google também:
Para quem curte ler de vez em quando poemas simples é bem legal. Tenho o livro desde 1997 e estou sempre lendo alguma coisa dele. Fica aí a dica do dia então hahaha, enquanto isso continuo pensando em algo mais interessante pra postar aqui.
Em 1997 o autor José Gilberto Gaspar foi divulgar o livro dele no meu colégio e eu acabei comprando. O livro só tem poemas, e na época que ele foi no colégio ele ficou no palco do anfiteatro contando alguns. Lembro que ele contou esse e todos gostaram.
É um poema simples mas sempre achei muito bonito.
Diálogo das Rosas
Entrando em uma sala
De uma bonita mansão,
Deparei-me, de repente,
Com uma discussão.
Duas rosas discutiam
Em tons de voz diferentes:
Uma, de voz meiga e dócil;
Outra, em tom estridente.
A de voz meiga era branca,
Vinda de um lindo jardim,
A outra, artificial,
Tinha a cor do carmim.
A vermelha dizia:
"- Eu sou viva eternamente;
Enquanto tu, minha amiga,
Podes morrer de repente,
Tenho até pena de ti ...
Já estás envelhecida.
Pela tua palidez,
Tens poucas horas de vida.
E eu continuarei aqui,
Formosa como estás vendo,
Enfeitando este salão.
Tu não vês que
Estás morrendo?".
A natural respondeu,
Com voz trêmula e triste:
"- Tu és cópia minha.
É por mim que tu existes ...
Estou morrendo ... é verdade,
Nisso a vida se resume,
Mas morro e deixo a saudade
No olor do meu perfume
Quantas vezes, no jardim,
No recanto onde nasci,
Fui beijada com amor
Pelo belo colibri ...
Por abelhas visitada,
Minha seiva eu cedi
Para o saboroso mel.
Ao Homem também servi ...
E tu já foste beijada?
Estás na jarra esquecida ...
Estou morrendo é verdade
Tu nunca tiveste vida,
Não tenho inveja portanto,
Dos longos dias teus,
Foste feita pelo Homem
E eu, pelas mãos de Deus!".
Não são rimas complexas, mas passa uma mensagem muito bonita.Eu inclusive gravaria como música se eu fosse um cantor hauhauhaua.
Esse poema está presente no livro "Nos Braços do Sol". Procurei no google e vi que tem um à venda no Mercado Livre.
Uma foto do livro que peguei no google também:
Para quem curte ler de vez em quando poemas simples é bem legal. Tenho o livro desde 1997 e estou sempre lendo alguma coisa dele. Fica aí a dica do dia então hahaha, enquanto isso continuo pensando em algo mais interessante pra postar aqui.
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sábado, 12 de junho de 2010
10º dia – Livro mais velho que você tem ou leu
Acho que o livro mais velho que eu tenho / li foi A HISTÓRIA SEM FIM.
Foi um livro que eu curti bastante, não podia deixar de citar ele nesses 10 dias também.
Infelizmente o que eu tenho não é igual o da foto acima, mas adoraria ter esse hahaha. Nem sei como esse livro veio parar em casa, mas encontrei ele uma vez, e é bem antigo. Como eu sempre adorei o filme resolvi ler, e como sempre, o livro é muito mais completo e muito melhor também. Muitas cenas foram tiradas no filme e realmente não daria pra fazer tudo, ainda mais com a tecnologia da época do filme.
Eu adoro livros assim de fantasia, com personagens bizarros em lugares bizarros hahaha. Pra quem curte livros assim, ler esse é essencial. Apesar de ter gostado muito do livro não tenho muito mais o que falar sobre ele. Então encerro meus posts sobre livros aqui. Obrigado a quem acompanhou esses 10 dias e a quem comentou hahaha.
Sinopse do Skoob:
"A História sem Fim" é a mágica aventura de um garoto solitário que passa através das páginas de um livro para um reino muito particular, o reino da fantasia. Nesta terra imaginária, numa busca original e cheia de perigos, Bastian descobre a verdadeira medida de sua própria coragem e aprende também que até ele tem capacidade para amar. O texto impresso em duas cores, verde e vinho, as belas ilustrações das aberturas dos capítulos completam o clima de encantamento que envolve o leitor.
Foi um livro que eu curti bastante, não podia deixar de citar ele nesses 10 dias também.
Infelizmente o que eu tenho não é igual o da foto acima, mas adoraria ter esse hahaha. Nem sei como esse livro veio parar em casa, mas encontrei ele uma vez, e é bem antigo. Como eu sempre adorei o filme resolvi ler, e como sempre, o livro é muito mais completo e muito melhor também. Muitas cenas foram tiradas no filme e realmente não daria pra fazer tudo, ainda mais com a tecnologia da época do filme.
Eu adoro livros assim de fantasia, com personagens bizarros em lugares bizarros hahaha. Pra quem curte livros assim, ler esse é essencial. Apesar de ter gostado muito do livro não tenho muito mais o que falar sobre ele. Então encerro meus posts sobre livros aqui. Obrigado a quem acompanhou esses 10 dias e a quem comentou hahaha.
Sinopse do Skoob:
"A História sem Fim" é a mágica aventura de um garoto solitário que passa através das páginas de um livro para um reino muito particular, o reino da fantasia. Nesta terra imaginária, numa busca original e cheia de perigos, Bastian descobre a verdadeira medida de sua própria coragem e aprende também que até ele tem capacidade para amar. O texto impresso em duas cores, verde e vinho, as belas ilustrações das aberturas dos capítulos completam o clima de encantamento que envolve o leitor.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
9º dia – Série que você mais gosta
Tem muitas séries ótimas, mas atualmente a que eu mais gosto mesmo são "As crônicas vampirescas" da Anne Rice. Isso porque eu ainda não li nem a metade dela hahaha.
A ordem dos livros é a seguinte:
- Entrevista com o Vampiro (1976)
- O Vampiro Lestat (1985)
- A Rainha dos Condenados (1988)
- A História do Ladrão de Corpos (1992)
- Memnoch (1995)
- O Vampiro Armand (1998)
- Sangue e Ouro (2001)
- A Fazenda Blackwood (2002)
- Cântico de Sangue (2003)
E mais 2 livros sobre vampiros que não fazem parte das crônicas:
- Pandora (1998)
- Vittorio (1999)
Vejam as fotos dos livros. Todos, menos "A Fazenda Blackwood" foram relançados esse ano e ano passado e alguns ano pela editora Rocco com essas capas novas, que são lindíssimas.
Já falei aqui no blog sobre "A Rainha dos Condenados" (cliquem aqui pra ler) que acredito ser o livro mais completo de todos, pois cita TODOS os vampiros que a Anne Rice criou.
Não posso falar da série como um todo, pois eu ainda não li todos os livros, mas eu com certeza recomendo pois é uma leitura gostosa.
Não tenho muito mais o que falar, fica a dica então pra quem curte vampiros e séries =p
A ordem dos livros é a seguinte:
- Entrevista com o Vampiro (1976)
- O Vampiro Lestat (1985)
- A Rainha dos Condenados (1988)
- A História do Ladrão de Corpos (1992)
- Memnoch (1995)
- O Vampiro Armand (1998)
- Sangue e Ouro (2001)
- A Fazenda Blackwood (2002)
- Cântico de Sangue (2003)
E mais 2 livros sobre vampiros que não fazem parte das crônicas:
- Pandora (1998)
- Vittorio (1999)
Vejam as fotos dos livros. Todos, menos "A Fazenda Blackwood" foram relançados esse ano e ano passado e alguns ano pela editora Rocco com essas capas novas, que são lindíssimas.
Não posso falar da série como um todo, pois eu ainda não li todos os livros, mas eu com certeza recomendo pois é uma leitura gostosa.
Não tenho muito mais o que falar, fica a dica então pra quem curte vampiros e séries =p
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
8º dia – Livro que você menos recomenda
Antes de começar preciso falar como foi difícil escolher o livro que menos recomendo. Eu poderia citar "Mentes Perigosas", "Opúsculo" e "Insônia", mas como já falei desses 3, não quis repetir.
Acabei escolhendo VIOLETAS NA JANELA, da Vera Lucia Marinzeck de Carvalho.
Não vou dizer que é um livro péssimo e que ler ele é uma perda de tempo, mas é um livro bobinho, sem muitas emoções. Dizem que é o livro ideal para quem quer começar a se aprofundar no assunto "espiritismo", mas eu não concordo.
No Skoob tem a seguinte sinopse:
Com uma linguagem cativante, Patrícia conta como foi seu desencarne, aos 19 anos, e como é a vida no plano espiritual - como é a alimentação, a vestimenta e a sensação que teve ao rever a família.
Com essa sinopse dá pra perceber que o livro todo gira em torno da menina conhecendo o plano espiritual e vendo que ali onde ela está é tudo muito bonito, muito gostoso, muito legal. Sei lá, pra mim histórias assim são cansativas. Gosto de livros espíritas, mas que mostrem pelo menos os 2 lados da moeda, e que tenha um pouco de emoção também.
Vou finalizar o post, porque não tenho mais o que falar mesmo sobre esse livro, e acabei escolhendo ele por falta de opção hahaha.
Uma sinopse mais completa do livro:
Pátrícia Braghini era uma jovem espírita de 19 anos, filha de José Carlos Braghini e Anézia Alba Marinzeck Braghini, que morreu após um acidente vascular cerebral em sua casa.
O enredo do livro Violetas na Janela é narrado pela jovem já desencarnada, através de sua tia, que assina a psicografia e participa de diversas passagens do mesmo. Segundo a psicografia, Patrícia, após a morte, foi resgatada por "amigos espirituais" que a levaram para a colônia espiritual chamada Colônia São Sebastião, que segundo os espíritas é uma das colônias espirituais situadas sobre a cidade de São Paulo.
Patrícia reencontra no plano espiritual Amaziles (sua avó) e um grande amor de outras vidas, Frederico, além das entidades Arthur, Maurício e Antônio Carlos, que ajudam Patrícia a se adaptar à vida na colônia. Patrícia aprende a controlar a saudade durante suas visitas ao antigo lar e mandar recados para os entes queridos através da psicografia de sua tia Vera.
Patrícia ouve conselhos de diversos moradores desencarnados da colônia e depoimentos de suas vidas pessoais quando encarnados na Terra, passa a ajudar Frederico em seu consultório e logo é convidada pelos seus amigos a trabalhar em favor de pessoas recém desencarnadas no centro espírita presidido por seu pai, José Carlos.
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
7º dia – Livro que você mais recomenda
Até agora esse foi o post mais complicado. É muito mais difícil escolher o livro que eu mais recomendo do que o meu preferido, pois antes de recomendar um livro eu tenho que responder uma pergunta: Recomendar para quem? Porque as pessoas tem gostos muito diferentes e de repente um livro que eu li e amei, o resto do mundo pode ter odiado.
Recomendar livros da Anne Rice, vindo de mim, não seria nenhuma novidade, e como a maioria dos livros dela são sobre vampiros e muita gente não curte livros assim, eu já descartei. Eu poderia recomendar todos os livros do Dan Brown, mas com certeza 90% da população já leu os livros dele, então não seria uma recomendação muito útil.
Cheguei à conclusão então que eu devo indicar um livro que fuja de temas tão específicos como religião, vampiros, bruxas e mistérios. E o livro escolhido foi PAPILLON
Recomendar livros da Anne Rice, vindo de mim, não seria nenhuma novidade, e como a maioria dos livros dela são sobre vampiros e muita gente não curte livros assim, eu já descartei. Eu poderia recomendar todos os livros do Dan Brown, mas com certeza 90% da população já leu os livros dele, então não seria uma recomendação muito útil.
Cheguei à conclusão então que eu devo indicar um livro que fuja de temas tão específicos como religião, vampiros, bruxas e mistérios. E o livro escolhido foi PAPILLON
Faz um tempinho já que eu li esse livro, não é uma história desconhecida, mas é uma leitura que eu com certeza recomendo. Esse livro mostra as dificuldades que um homem passou ao ser condenado por um crime que ele não cometeu. O legal da história é a forma como ele enfrentou tudo isso, como ele se fortaleceu à cada obstáculo, à cada injustiça. Se a gente se colocar no lugar dele, até que ponto aguentaríamos passar o que ele passou?
Eu me perguntei isso várias vezes enquanto lia o livro, e eu conclui que é um livro que fortalece nossa fé. Sempre que eu falo em "fé" eu gosto de ressaltar que não tem nada a ver com religião. Ter fé é acreditar em você mesmo, acreditar no seu potencial, acreditar que você pode superar tudo e sair vitorioso nas batalhas da vida.
Por isso então eu recomendo esse livro, pois a história desse cara é uma lição de vida pra todos nós.
Sinopse:
Papillon, condenado ao degredo na Guiana Francesa por um crime que não cometeu, foge passados quarenta e três dias. Dois mil e quinhentos quilómetros por mar, os ingleses de Trindade, os holandeses de Curaçau, a Colômbia e as suas masmorras alagadas, os índios Guajiros, as tentativas de fuga de Baranquilla e, de novo, o regresso ao degredo. Mas desta vez, a situação complica-se. Desta vez, é a reclusão que significa dois anos num isolamento total. Uma nova tentativa de fuga e, de novo, a reclusão. Por fim, passados treze anos, a grande fuga, a derradeira e final.
Obra extraordinária sobre a vida dos condenados ao degredo e um retrato por vezes irónico por vezes brutal das prisões sul-americanas, Papillon é também a história de um homem que mesmo entre as maiores adversidades não se lamenta, não se conforma, não se deixa abater e que ao atravessar as mais desumanas condições de vida persiste no seu ideal de justiça, de amizade e de fé no ser humano.
Publicado anteriormente pela Bertrand na década de 70, esta obra autobiográfica de Henri Charriere, que na sua edição original vendeu milhões de exemplares por todo o mundo, revolucionou o género literário autobiográfico, transformando Papillon num marco histórico da literatura universal. Henri Charriere acabaria por falecer em 1973, sem saber que a sua obra única se transformaria num dos maiores clássicos do século XX.
domingo, 6 de junho de 2010
6º dia – Livro que menos te fez dar atenção à ele
OPÚSCULO
Bom, esse com certeza foi o livro que eu menos dei atenção. Lembro que eu vi na Livraria Cultura, li as primeiras páginas e me pareceu super engraçado. Acabei comprando um tempinho depois e foi só decepção. Eu esperava dar gargalhadas com o livro, mas o máximo que aconteceu foi uma risadinha amarela. Agora eu não sei se eu não dei atenção NENHUMA ao ponto de não perceber todas as piadas, ou se o livro é fraco mesmo, talvez algum dia eu leia ele de novo, mas beeeeem mais pra frente, é só uma pequena possibilidade.
De qualquer forma ler ele não mata ninguém, pois é um livro curto, mas eu confesso que esperava muito mais dessa sátira. O problema é que o autor se perde muito nas piadas e as coisas fogem completamente da história normal, fica um monte de informação solta, acontecimentos bizarros e sem nexo. Parece que ele escreveu esse livro sem parar pra pensar em algo que fizesse sentido, apenas foi juntando o que vinha na cabeça. Por exemplo, se ele pensasse em um elefante voando enquanto conversa com uma vaca saltitante ele com certeza teria colocado isso na história aiuahiauhauiah.
Confiram a Sinopse do Skoob:
Escrito pelo grupo “The Harvard Lampoon”, responsáveis por outras sátiras a sagas famosas como “O Senhor dos Anéis”, o livro “Opúsculo – a Paródia” (”Nightlight” no original) conta a história de amor de Belle Goose e o misterioso e brilhante Edwart Mullen.
A desajeitada garota obcecada por vampiros chega à cidade de Switchblade e observa estranhos acontecimentos. Um geek com nenhum interesse por garotas deixa seu almoço no prato e a salva de uma bola de neve ocasionando a revelação: Edwart só pode ser um vampiro.
Imitando a quarta capa do primeiro romance de Stephenie Meyer, a obra do grupo de Harvard é apresentado da seguinte forma:
“Sobre três coisas eu estava absolutamente certa.
Primeira, Edwart talvez fosse, muito provavelmente, minha alma gêmea.
Segunda, existia uma parte do vampiro dentro dele – que eu presumia que estivesse completamente fora de seu controle – que queria me ver morta.
E terceira, eu incondicionalmente, irrevogavelmente, impenetravelmente, heterogeneamente e ginecologicamente desejava que ele tivesse me beijado.”
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